Taivaat - A Cidade Céu

Ao norte da cidade de Erhòs, em um agrupamento de montanhas tão altas que atravessam as nuvens, se estabeleceu o reino de Taivaat. Conhecidos também como a Cidade Céu, sua tecnologia baseada em máquinas a vapor, são um avanço que vem companhando este povo desde os primórdios.

Antes de se estabelecerem, o povo de Taivaat costumava percorrer os céus de Idris com seus gigantescos navios voadores. Nômades do ar, os piratas dos céus de Idris eram respeitados e temidos por todo o continente, até que a corrupção chegou tão alto quanto eles.


Sedento pelo poder, Felipe I, capitão e responsável pela frota, guiou seu povo contra as forças aliadas. Foi em uma batalha contra os celestiais, liderados por Irisviel, que Felipe I viu seu desfecho trágico. Uma árdua batalha foi travada, incontáveis perdas nos dois lados, até que, enfim, Irisviel chega ao navio da guarda real e derrota Felipe I, cortando-lhe a cabeça.


A morte de Felipe I, fez seus soldados recuarem. Estavam livres da corrupção que estava concentrada em seu líder.

Atrás do leme, no extremo norte do convés do navio, escondia-se um garoto, doze, talvez treze anos. Irisviel sentiu uma energia poderosa pulsando dele, algo que, definitivamente, chamou sua atenção e foi até ele. O filho de Felipe I, estava assustado, mas claramente tinha consciência de que a morte de seu pai fora a melhor, talvez a única, saída para seu povo.

Treinado por Irisviel e os celestiais de mais alto escalão mágico do Paraíso, Miguel assume, alguns anos depois, a liderança de seu povo e decide se estabelecer nas montanhas nortenhas. Fundou a cidade de Taivaat e auxiliou na luta contra a corrupção, tornando-se um feiticeiro extremamente astuto e com habilidades únicas.






Atualmente a cidade é um grande centro de desenvolvimento tecnológico. Apoiados por Miguel, estudiosos de todo o continente adentram a cidade e são pagos para ajudar a desenvolver cientificamente a região. Existem boatos de que há protótipos capazes de viajar no tempo e no espaço em questão de segundos, além de máquinas capazes de converter a corrupção em um tipo de energia mística que serve de combustível para os dirigíveis e navios de batalha do reino.

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